Vou, não. Vou é largar de ser mané, guardar o dinheiro e comprar um sofá baratinho que ando namorando há séculos, numa lojinha aqui perto.
No máximo, vou me levar pra jantar num lugar bem bacana no fim de semana. Sozinha. Com um bom livro. Crente que tô em Paris.
Aliás, Paris, nada. Vou é me levar num restaurante indiano que não vou há séculos, desde que as vacas morreram de magreza aqui. De quebra, ainda vou dar pinta lá pro dono, um indiano espetacular, todo simpaticão.
quinta-feira, 31 de julho de 2008
E quer saber?
Vida anda boa que anda danada no quesito orçamento. Vou me mandar pra Paquetá amanhã e pronto.
E só não vou mais longe porque fiquei no trauma da dureza. Nem um pouco afim de fazer muita graça. Vou guardar este corpinho e sua renda pro réveillon.
Cumpra-se.
E só não vou mais longe porque fiquei no trauma da dureza. Nem um pouco afim de fazer muita graça. Vou guardar este corpinho e sua renda pro réveillon.
Cumpra-se.
Vocês que entendem mais da rede mundial de computadores do que eu, me respondam, por favor: é de todo impossível pilotar um site e ser feliz?
A cada 10 segundos tem um problema novo no raio do novo layout do meu site de notícias, que eu, tadinha, pretendia relançar em setembro. O melhor é que são aqueles problemas prosaicos que a jornalista metida aqui jamais considerou no novo planejamento. Argh.
A cada 10 segundos tem um problema novo no raio do novo layout do meu site de notícias, que eu, tadinha, pretendia relançar em setembro. O melhor é que são aqueles problemas prosaicos que a jornalista metida aqui jamais considerou no novo planejamento. Argh.
Pra iniciados, eu sei
Achei isso sem querer, juro. Tava procurando uma outra coisa. Fato é que deve ser um dos poucos do Gene Kelly e do Fred Astaire juntos. Fofos, parecem, sei lá, meio Marlene e Emilinha Borba no babado lá deles. Tá, eu sei, os puristas vão querer me matar. Bernardo, ih, nem fala, vai encher o raio do saco da dindinha querida, que ele jura que é imperialista.
Caguei. Tô precisando dum musicalzinho aqui pra aliviar a lida. Fui.
Caguei. Tô precisando dum musicalzinho aqui pra aliviar a lida. Fui.
quarta-feira, 30 de julho de 2008
Não vou nem botar título, pra não chamar a atenção. Fato é que, graças a uma louca duma amiga minha, minha xará com S, eu agora fiquei viciada neste raio de novela. Aí, tô aqui me coçando aqui agora porque o telefone tocou na hora da discussão da Donatela com o Zé Bob, e tô até agora sem saber por que, diabos, ela começou a desconfiar do fofo e concluiu que ele roubou os dólares.
Meu Deus. Tudo bem que ando relax, trabalhando paca e precisando duma bobagem pra me divertir um pouco aqui neste cafofo, mas o sofrimento do início do ano era mais digno do que isso, agora, vamo combinar. Ai.
Meu Deus. Tudo bem que ando relax, trabalhando paca e precisando duma bobagem pra me divertir um pouco aqui neste cafofo, mas o sofrimento do início do ano era mais digno do que isso, agora, vamo combinar. Ai.
"Fica na tua". "Fico, porra nenhuma"
As cadeiras eram as 1 e 2, 5 e 6, que são as quatro primeiras, atrás do motorista. A minha era a 6 - a passagem bom Nanão comprou pra mim, todo orgulhoso por ter achado um assento no corredor bem longe do banheiro.
Fato é que nas da frente estavam um casal - a mulher com um bebê no colo - e uma menina de seus 12 anos. Nas de trás, os outros dois filhos, meninos duns seis e oito anos, embolados, dormindo. Nenhum espaço, naturalmente, pra esta autora, que perguntou, quase docemente.
- Ele vai no meu colo, é isso?
Foi a senha pros dois serem arrastados a puxões pela anta do pai. Um deles, coitado, dormindo ainda durante a operação. Ato contínuo, o casal botou em prática o que já deveria estar combinado no caso de o ocupante da cadeira 6 aparecer - quem viaja no trecho guarda sempre a esperança de o assento do lado ficar vazio, o que, às vezes, acontece, mesmo. Fato é que a mãe veio com o bebê no colo pra poltrona 5, na janela, ao meu lado; e as crianças, todas, foram pras duas poltronas da frente, com o pai. Vou falar de novo: em duas poltronas, ficaram três crianças crescidinhas e um adulto. Na de trás, a mulher com o bebê e eu.
À certa altura, a menina, a mais velha, encheu o saco de ficar se apertando nas duas poltronas e decidiu ficar encolhidinha no chão, aos pés do pai e dos irmãos, cabeça entre os joelhos, dormindo, o que quase partiu meu coração e me deixou indignada com a anta do pai.
Do meu lado, acabei descobrindo que o bebê era uma menina, que, se não era muda, era a criança mais calma do mundo. Mamou uma parte considerável das cinco horas e meia de viagem e não deu um pio. Melhor pra ela: a irritação foi me fervendo o sangue a cada vez que a mãe vinha invadindo meu espaço aéreo, se mexendo de um lado pro outro, enfiando a cabeça do bebê nas minhas costas (fiquei de ladinho, fuça virada pro corredor), convencida de que tinha direito a uma poltrona e meia. Se aquela criança abrisse o berreiro, nem sei, nem sei...
Mas, enfim, decidida a não arrumar confusão com uma pobre mãe com seu bebê no colo e convencida de que não ia conseguir dormir de jeito nenhum, enchi o saco, peguei o notebook e me sentei no corredor pra adiantar umas traduções que precisava entregar na terça-feira.
A certa altura, o pai-anta coloca em prática outra parte do plano brilhante de embarcar a família de seis pagando três passagens e manda a filha mais velha ver se tinha algum lugar vago no ônibus. Negativo, e a menina, sábia, decidiu dar um tempo e viajar em pé. Claro, que antes disso, passou por cima de mim, mas foi super-legítimo, afinal, eu também não tinha nada que estar sentada no chão. Mas foi super-sem stress: eu me encolhi; ela passou, jeitosa.
Na volta, a mesma coisa, com a pobre resmungando pro pai que não queria viajar sentada aos pés dele e dos irmãos. Tomou uma bronca do escroto, que, por sua vez, tomou uma desta autora indignada com o tratamento que o traste tava dando à família - a anta tava zangadinha porque, olha que absurdo, não tinha nenhum lugar vazio pra ele acomodar a filha de graça.
- Vem cá, você não tem vergonha, não? Tá achando que ninguém tá vendo você tentar enfiar seis pessoas em três poltronas? E quatro crianças viajando assim. (...) E tem mais: não dá bronca na menina perto de mim, não.
- Fica na tua.
- Fico, porra nenhuma. Tá todo mundo quieto porque quem tá incomodada aqui, do lado, sou eu.
A mãe ficou muda. Crianças, todas, mudas. E a anta, depois do inócuo "fica na tua", também emudeceu.
Foi assim.
P.S.: É claro que o sujeito não devia era ter dinheiro, mesmo. Mas ele ficar indignado porque a menina percebeu que, já grandinha, não cabia nas duas poltronas com outros três seres humanos e que o melhor, mesmo, era viajar em pé, me enfureceu.
P.S.1: Não, não me orgulho.
Fato é que nas da frente estavam um casal - a mulher com um bebê no colo - e uma menina de seus 12 anos. Nas de trás, os outros dois filhos, meninos duns seis e oito anos, embolados, dormindo. Nenhum espaço, naturalmente, pra esta autora, que perguntou, quase docemente.
- Ele vai no meu colo, é isso?
Foi a senha pros dois serem arrastados a puxões pela anta do pai. Um deles, coitado, dormindo ainda durante a operação. Ato contínuo, o casal botou em prática o que já deveria estar combinado no caso de o ocupante da cadeira 6 aparecer - quem viaja no trecho guarda sempre a esperança de o assento do lado ficar vazio, o que, às vezes, acontece, mesmo. Fato é que a mãe veio com o bebê no colo pra poltrona 5, na janela, ao meu lado; e as crianças, todas, foram pras duas poltronas da frente, com o pai. Vou falar de novo: em duas poltronas, ficaram três crianças crescidinhas e um adulto. Na de trás, a mulher com o bebê e eu.
À certa altura, a menina, a mais velha, encheu o saco de ficar se apertando nas duas poltronas e decidiu ficar encolhidinha no chão, aos pés do pai e dos irmãos, cabeça entre os joelhos, dormindo, o que quase partiu meu coração e me deixou indignada com a anta do pai.
Do meu lado, acabei descobrindo que o bebê era uma menina, que, se não era muda, era a criança mais calma do mundo. Mamou uma parte considerável das cinco horas e meia de viagem e não deu um pio. Melhor pra ela: a irritação foi me fervendo o sangue a cada vez que a mãe vinha invadindo meu espaço aéreo, se mexendo de um lado pro outro, enfiando a cabeça do bebê nas minhas costas (fiquei de ladinho, fuça virada pro corredor), convencida de que tinha direito a uma poltrona e meia. Se aquela criança abrisse o berreiro, nem sei, nem sei...
Mas, enfim, decidida a não arrumar confusão com uma pobre mãe com seu bebê no colo e convencida de que não ia conseguir dormir de jeito nenhum, enchi o saco, peguei o notebook e me sentei no corredor pra adiantar umas traduções que precisava entregar na terça-feira.
A certa altura, o pai-anta coloca em prática outra parte do plano brilhante de embarcar a família de seis pagando três passagens e manda a filha mais velha ver se tinha algum lugar vago no ônibus. Negativo, e a menina, sábia, decidiu dar um tempo e viajar em pé. Claro, que antes disso, passou por cima de mim, mas foi super-legítimo, afinal, eu também não tinha nada que estar sentada no chão. Mas foi super-sem stress: eu me encolhi; ela passou, jeitosa.
Na volta, a mesma coisa, com a pobre resmungando pro pai que não queria viajar sentada aos pés dele e dos irmãos. Tomou uma bronca do escroto, que, por sua vez, tomou uma desta autora indignada com o tratamento que o traste tava dando à família - a anta tava zangadinha porque, olha que absurdo, não tinha nenhum lugar vazio pra ele acomodar a filha de graça.
- Vem cá, você não tem vergonha, não? Tá achando que ninguém tá vendo você tentar enfiar seis pessoas em três poltronas? E quatro crianças viajando assim. (...) E tem mais: não dá bronca na menina perto de mim, não.
- Fica na tua.
- Fico, porra nenhuma. Tá todo mundo quieto porque quem tá incomodada aqui, do lado, sou eu.
A mãe ficou muda. Crianças, todas, mudas. E a anta, depois do inócuo "fica na tua", também emudeceu.
Foi assim.
P.S.: É claro que o sujeito não devia era ter dinheiro, mesmo. Mas ele ficar indignado porque a menina percebeu que, já grandinha, não cabia nas duas poltronas com outros três seres humanos e que o melhor, mesmo, era viajar em pé, me enfureceu.
P.S.1: Não, não me orgulho.
O Ministério da Saúde informa: óculos multifocais são melhores que cachaça
Alguém aí já experimentou enfiar uns óculos multifocais na fuça e sacudir a cabeça com veemência de um lado pro outro? Quase caí da cadeira, agora. As coisas perdem a dimensão, ficam meio que como se estivessem derretendo, e neste exato momento em que olho pra tela, percebo que, lá embaixo, meus dedinhos tão meio turvos. Ah, sim, já pisei em falso umas três vezes, achando que o chão tava mais longe do que de fato está.
Meu Deus, isso dá onda.
Meu Deus, isso dá onda.
"Bia, não vem com 'quero'; depois, "não quero". Parece teu pai"
A pequena Bia viajava com a mãe e a irmã Clara, pertinho de mim, na ponte rodoviária Visconde do Rio Branco-Rio de Janeiro, na segunda-feira à noite. A patada da mãe a fofa, de seus seis anos, levou quando arrumou uma polêmica em família durante a madrugada porque queria e, depois, não queria mais, um canudinho pra tomar o guaraná que a mãe comprou na rodoviária de Juiz de Fora.
O que o pai das duas fez, desembarquei sem saber. Mas boa coisa não foi:
- Mãe, pergunta ao papai - mandou Bia, à certa altura, sobre sei lá o que.
- Bia, nem me fala no teu pai, nem me fala. Teu pai anda ri-dí-cu-lo.
O que o pai das duas fez, desembarquei sem saber. Mas boa coisa não foi:
- Mãe, pergunta ao papai - mandou Bia, à certa altura, sobre sei lá o que.
- Bia, nem me fala no teu pai, nem me fala. Teu pai anda ri-dí-cu-lo.
Bom dia, mundo!
Pronto, refeita do que houvera. Vivendo num mundo estranho, com meus sensacionais óculos multifocais, que acabaram de ser entregues, a me enlouquecer. Cara, é muito doido. Parece que o mundo tá bêbado, o chão meio que a uma distância que não sei dizer. E inda tô brigando aqui pra achar no raio da lente o ponto certo pra tela do computador ficar nítida. Ai. Mas, tá bacana. O mundo a distância não embaça mais.
terça-feira, 29 de julho de 2008
Socorro!
Não satisfeita em falar ao contrário (o que indica um ser superdotado ou maluco ou os dois, segundo meu ex-terapeuta), eu agora escrevo ao contrário. Em inglês. Meu Deus! Acabei de escrever uma palavra totalmente ao contrário em inglês. Alguém me abraça!
Tomando o rumo da cama, meu povo
Bom dia. Depois conto a espetacular volta pra casa, espremida entre um bebê, criancinhas e um pai de família babaca, e a espetacular bronca que dei no fofo, no meio da madrugada dentro do ônibus. Eu, irritadíssima, sentada no chão, trabalhando com o laptop, convencida de que não conseguiria dormir, mesmo.
Eu não merecia. Na boa. Não merecia.
Eu não merecia. Na boa. Não merecia.
segunda-feira, 28 de julho de 2008
Ah, sim
Lembram da minha super-bem-sucedida transferência de arquivos do pen drive pro computador e a remoção de coisas "inúteis" dos dois? Pois é. Incluí na lista de coisas "inúteis" todos os dados e segredos e senhas e que tais que me permitiam abrir E operar a minha conta-empresa.
Significa que, amanhã, dia de ralação lá no Largo, vou ter que dar meu jeito de ligar pra gerente da conta e passar pelo ridículo de lembrar à moça que esta correntista não tem nem 10 reais no orçamento da sensacional agência de notícias e traduções, mas precisa mexer na tal porque todo o dinheiro programado pra entrar mês que vem vai ter que passar por lá.
Na boa, tô legal de mim.
Significa que, amanhã, dia de ralação lá no Largo, vou ter que dar meu jeito de ligar pra gerente da conta e passar pelo ridículo de lembrar à moça que esta correntista não tem nem 10 reais no orçamento da sensacional agência de notícias e traduções, mas precisa mexer na tal porque todo o dinheiro programado pra entrar mês que vem vai ter que passar por lá.
Na boa, tô legal de mim.
Falar em capitalismo...
Tava aqui calculando quanto cobrar por um frila. A primeira conta deu 97 mil reais. Aí, achei que tava errando em, sei lá, alguma coisa. Fiz de novo. Deu 9,70.
Na boa. Fui.
Na boa. Fui.
Capitalismo mineiro na pacata Visconde do Rio Branco
- Pai, eu saí na Caras, na coluna dum cara que é todo especialista em literatura. Me elogiou e tudo. E o livro ainda nem saiu.
- Mas, minha filha, isso vai te dar dinheiro?
Cara, na boa, se um dia eu for ao Jô, bom Nanão Monteiro vai querer saber se eu passei nota pra produção e vai emendar a frase maldita acerca da remuneração que ele acha que a popularidade tem que trazer junto. Saco.
Morro antes de admitir que o véio mineiro pode ter certa razão.
- Mas, minha filha, isso vai te dar dinheiro?
Cara, na boa, se um dia eu for ao Jô, bom Nanão Monteiro vai querer saber se eu passei nota pra produção e vai emendar a frase maldita acerca da remuneração que ele acha que a popularidade tem que trazer junto. Saco.
Morro antes de admitir que o véio mineiro pode ter certa razão.
Tava aqui pensando
Será que um dia, além de ser citada como intelectual antenada com a evolução do meu tempo, nego ainda vai me chamar pra Ilha de Caras como exemplo nunca visto antes de intelectual antenada com a evolução do seu tempo, gostosa, bem resolvida, bem amada, bem acompanhada, milionária e preocupada com as causas ambientais?
Sei lá, me ocorreu agora. Culpa da Mirtes, que foi falar em spa.
Tá bom, já passou. Vou ralar.
Sei lá, me ocorreu agora. Culpa da Mirtes, que foi falar em spa.
Tá bom, já passou. Vou ralar.
Momento família, ainda na pacata Visconde do Rio Branco
- Minha filha, a gente fica preocupado, você, sozinha, lá no Rio de Janeiro. Acontece alguma coisa, a gente fica sem saber...
- Pai, fica tranqüilo, se eu morrer, a Lourdes vai me achar quando for fazer a faxina.
- Mas vai achar quando, minha filha?
- No máximo em 15 dias.
- Mas aí...
- Aí, nada, pai, aí nada... No máximo, vou estar num leve "estado de decomposição" (*)
- Minha filha...
(*) Tive que editar porque só agora lembrei como foi o papo, na íntegra. Foi mal.
- Pai, fica tranqüilo, se eu morrer, a Lourdes vai me achar quando for fazer a faxina.
- Mas vai achar quando, minha filha?
- No máximo em 15 dias.
- Mas aí...
- Aí, nada, pai, aí nada... No máximo, vou estar num leve "estado de decomposição" (*)
- Minha filha...
(*) Tive que editar porque só agora lembrei como foi o papo, na íntegra. Foi mal.
Expediente encerrado na pacata Visconde do Rio Branco
Desisto. Caminha, já. Pra acordar amanhã cedo e voltar a ralar aqui com esta adorável conexão discada até a hora de embarcar, à noite. Ê, vidão! Ai. Fui.
Ainda vivo, ainda ralo, aindo enlouqueço com a conexão mineira
E esta semana que não acaba, meu Deus!
domingo, 27 de julho de 2008
sábado, 26 de julho de 2008
Esqueci: ó, eu na Caras
http://caras.ig.com.br/etmologia/etmologia_108.htm
Antes que cês comecem a sacanagem, vou logo avisando que meu nomezinho e minha ópera bufa saíram na coluna chique do Deonísio da Silva, escritor e doutor em Letras. Tô lá no verbete "maldizer". Foi mal, aí, hein?
Antes que cês comecem a sacanagem, vou logo avisando que meu nomezinho e minha ópera bufa saíram na coluna chique do Deonísio da Silva, escritor e doutor em Letras. Tô lá no verbete "maldizer". Foi mal, aí, hein?
Da sucursal de Minas do Sua Excelência...
Viagem i-na-cre-di-ta-vel-mente enlouquecedora. Saí lá por volta das 13h30 e a-ca-bo de adentrar o gramado aqui na pacata Visconde do Rio Branco. Longuíssima história. Sem forças pra contar agora. Inda tinha que dar uma trabalhada hoje. Ai.
Inté amanhã, no caso improvável de eu sobreviver.
Inté amanhã, no caso improvável de eu sobreviver.
Momento mais-forte-que-eu
É ridículo, eu sei. Vendo aqui de novo, acho ainda mais ridículo. Ocorre que é parte da minha adolescência, vi isso 30 vezes; o sujeito que canta virou um dos melhores atores de teatro daquele país estranho e investiu nisso por achar que Hollywood é uma merda, mas de vez em quando paga mico no cinema pra fazer um troco; a culpa é só da Mirtes, que me mandou um testezinho mané de cartaz de cinema, e o desse filme tava lá, coisa que matei no ato.
Ladies and gentlemen, please, welcome, Mr. Matthew Broderick:
P.S.: Acho que, desta vez, Bernardo me demite de vez do cargo de madrinha.
P.S.1: Antes, alguém, por favor, lembra ao afilhado querido da dindinha que esta merda desta cena ficou histórica porque incluiu um milhão de minorias por metro quadrado, o que era raríssimo naquela indústria àquela altura, ponto pro diretor; subverteu uma tradição histórica daquele país estranho, que são as paradas públicas, fazendo as mocinhas virgenzinhas rebolarem como umas loucas; tudo isso com música de certos garotos britânicos, quando a indústria fonográfica local buzinava uns hits suuuuuuuper-comerciais, suuuuuuuuper-vendáveis.
Ladies and gentlemen, please, welcome, Mr. Matthew Broderick:
P.S.: Acho que, desta vez, Bernardo me demite de vez do cargo de madrinha.
P.S.1: Antes, alguém, por favor, lembra ao afilhado querido da dindinha que esta merda desta cena ficou histórica porque incluiu um milhão de minorias por metro quadrado, o que era raríssimo naquela indústria àquela altura, ponto pro diretor; subverteu uma tradição histórica daquele país estranho, que são as paradas públicas, fazendo as mocinhas virgenzinhas rebolarem como umas loucas; tudo isso com música de certos garotos britânicos, quando a indústria fonográfica local buzinava uns hits suuuuuuuper-comerciais, suuuuuuuuper-vendáveis.
sexta-feira, 25 de julho de 2008
Ih, esqueci: o homem faz 65 anos amanhã. Inda humilha nóis tudo buzinando há anos: "Time's on my side" ("O tempo está do meu lado")
Peraí, que vou ali morrer de inveja.
Ah, sim, e não quero nenhuma piada acerca da minha predileção freudiana por homens maduros. Cumpra-se.
Também não vou fazer nenhuma graça com a meia dúzia de coisas em que pensei ao lembrar do linguão do rapaz. Apenas observo que, na boa, o sujeito podia ser até eunuco que eu tava dentrinho e... Tá, já parei.
A maldição do calendário
Meu Deus, tem exatos três meses que tenho todos os motivos do mundo pra me atracar a uma pizza de chocolate. Ai! Preciso de um plano. Cumpra-se.
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