quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Eureka é o ...

Tive uma ideia tão brailhante, mas tão brilhante, que o produto que preciso comprar tá em falta no mercado e não vai dar tempo de procurar direito até sábado de manhã.

Eureka

Já sei o que dar pra Simone! Urrú! Como é que eu não pensei nisso antes? Só não conto agora porque a bichinha é interneteira e periga ela entrar aqui no blog até sábado. Depois eu conto. Também já resolvi o da Dona Lourdes, a matriarca. Só falta o do Carlinhos, o primogênito. Aberta a sugestões.

Vou correr na rua pra comprar parte do presente da caçula. Vai ser, praticamente, uma instalação cultural. Mais não posso dizer, senão estraga a surpresa. Yes. Inté.

Ó a minha caçula dando pinta cantando na rede

Momento corujice total: a bichinha canta paca. Destaque pra "Passarim", minha preferida do repertório disponível.

Ladies and gentlemen, please, welcome Lady Simone Santos, minha irmã mais nova (38 aninhos de pura travessura, há anos na Suíça, onde mora e canta pra viver, vive pra cantar, sei lá), que vou conhecer no sábado.

www.myspace.com/simsantos

Tô ouvindo a fofa enquanto posto aqui. Já com um nó na garganta. Ai.

Que que a gente dá de presente pra pessoas queridas que a gente não conhece?

Queria levar umas lembranças pra meu povo de Brasília, mas não consigo ter nenhuma ideia brilhante. Alguém ajuda, pelamordedeus!

sábado, 15 de janeiro de 2011

Galera que fez comentário lá no La Pitanga, no início do blog: já respondi lá.

Mudando de assunto só um pouquinho: alguém aí já foi a Itacaré?

Depois que eu for a Brasília conhecer La Famiglia, vou tirar um folgão em fevereiro, duas semanas, e já decidi que vou botar a perna no mundo. São as folgas todas que não tirei desde a campanha, eleição e posse da presidentA. Dei um Google básico aqui e achei Itacaré, Sul da Bahia, uma pousada bem bacana, precinho ótimo. Pretendo passar uns cinco dias completamente largada, sozinha e disposta a desligar do mundo, a não ser, claro, que tenha algum motivo pra beijar em alguma boca local ou itinerante. Se rolar uma coisa de pele com os coqueiros, vou ficando até ter que voltar pro jornal.

Alguém já foi lá? Tava querendo alguma referência pessoal de quem conhece.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Comentário pra todo mundo

Meu povo, tô correndo aqui pra voar pro jornal, atrasada que estou, só pra variar.

Depois, vou no último post e comento pra todo mundo, eu juro. Adorei a força.

Por ora, só tenho a dizer que sim, tô apavorada com o encontro do dia 22, lá em Brasília. A cabeça a mil, o coração tenso, a alma enlouquecida. Quanto a meu pai, acreditem, ele tá dando a maior força. Na verdade, ele - e minha mãezinha - sempre me deram força pra procurar minha família biológica, e eu é que sempre fui a palhaça insegura que passou anos enrolando. Basicmente, é isso.

No mais, tô numa dieta maluca - já perdi três quilos esta semana -, que não tô aqui pra ser a desgarrada gorda da família biológica. Cumpra-se.

Vou ralar. Depois, conto mais.

P.S.: Ih, nem contei que, nesse meio tempo, arrumei outro palhaço canalha que despachei em tempo recorde, né? Depois, eu conto também. Me fui.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Vou só contar o que importa

Daqui a duas semanas, vou reencontrar, em Brasília, minha mãe biológica (depois de quase 40 anos), conhecer minha irmã biológica (que só vi quando era bebê) e reencontrar, depois de mais de 18 anos, meu irmão biológico. Longa história. Meeeeee-do!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Ainda dá tempo de desejar Feliz Ano Novo?

Meu Deus, não venho aqui desde o ano passado

Como começar a pedir desculpas? Não tenho nem mais cara. Foi mal aí.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Ê, vidão!

Se é coisa que sei fazer bem é ficar à toa. Pra não falar que não fiz nada hoje, revisei um texto meu que sai amanhã no jornal e mandei as correções.

Fora isso, não fiz nadica. Nem conta paguei. Computador + trabalho + compromisso só amanhã. Cumpra-se. Fui.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Ih!

Tô entre os 100 blogs selecionados na categoria "humor" pro prêmio Top Blog. Alguém, pelamordedeus, sabe o que eu tenho que fazer agora?

Recordar é viver

Contei que uma revista me procurou esta semana pra me entrevistar por conta do blog e do livro? Pois é. É a revista Sou + Eu. Não, eu ainda não sei quando a matéria sai. Juro que, assim que descobrir, aviso aqui. De qualquer forma, por conta da entrevista, me ocorreu lembrar aqui que o livro, agora, só está disponível pra compra na rede Saraiva online: http://www.livrariasaraiva.com.br/

É só entrar lá e botar "Sua Excelência, o Canalha" na busca.

Foi assim

Tava eu num buteco com o povo ainda há pouco, logo depois de sair do jornal lá pelas tantas da madrugada. Aí, uma amiga passou mal - não foi cachaça, não, foi pressão, a gente tinha acabado de chegar. Aí, vomitou. Aí, enquanto o povo todo - eu, inclusive - acodia a pobre, eu, que não posso ver ninguém vomitando, corri pro banheiro pra repetir o ato tresloucado, povo achando que ia ter que me acodir também. Mas fui superdigna, expliquei o probleminha que eu tenho e garanti que tava óóótima. Na boa, posso ver sangue, tiro comendo, tragédias em geral, mas gente vomitando me tira do sério. Pronto, falei.

De volta ao cafofo, já refeita do incidente, tomei um banho gelado e tô aqui tomando um inocente vinhozinho branco gelado, bom Frascati, pra ver se a vida volta a fazer algum sentido.

Isso tudo horas depois de eu ir lá embaixo pra fumar um raro cigarro em algum momento da noite e uma barata passear, displicente, sobre meu pé direito e sobre meu sapato verde limão superfashion que comprei praquela viagem pra Búzios que nunca consegui fazer porque deu merda no jornal aos 46 do segundo tempo.

Ah, sim, tô de plantão hoje (sábado) à tarde E amanhã.

Por que, meu Deus? Por quê?

sábado, 27 de novembro de 2010

Na boa, poucas coisas são melhores do que um sabadão de folga

Tudo bem que tô de stand by e claro que vou ter que correr pro jornal se o mundo acabar nesse nosso faroeste caboclo. Ainda assim, casinha mais ou menos em ordem aqui no Largo, pensando no que fazer pra alimentar o corpitcho, Ella Fitzgerald gemendo no CD player, cigarrinho preguiçoso no cinzeiro, cabeça quase em paz... Ai, ai.

Fui.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Que também conste dos autos, que ainda não virei um ser alienado

Não falei aqui, ainda, do sururu que foi a vida hoje no Rio de Janeiro porque, simplesmente, não tenho ainda uma opinião formada. Só sei que, nunca antes na história desta jornalista, houve um Rio de Janeiro assim. Não sei bem o que achar ainda. O que sei é que as imagens que vi hoje me lembraram do tempo em que eu tinha que, por força do ofício, assistir, todos os dias, o dia inteiro, a imagens da CNN em zonas de guerra. Guardadas as devidas proporções, não há nenhuma diferença.

Entre cidadã assustada e jornalista mais ou menos politizada, acho que esta semana está, se me permitem o exagero, mudando a História deste Rio de Janeiro. Pro bem ou pro mal. Sinto, sinceramente, que ou vamu pro pau de vez, socorrendo quem é refém, mesmo, da rapaziada, desde sempre, salvando a nossa própria pele, ou essa coisa vira uma guerrilha eterna de vez.

Oremos.

O bicho sumiu. Só pode ter voado. Urrú!

Me evadindo pra minha caminha, com meu MP3 vivo de novo, todo editadinho, com a sensação do dever cumprido.

Que conste dos autos

Não, não é falta de sexo. Tô em diaaaaaaça! Contei? Não? Aun. Moooor-ram de curiosidade. Eu, agora, sou uma moça discreta. Foi mal aí. Vou lá ver se o mosquitinho sobreviveu. Ou voou. Ou, necessariamente, os dois. Já volto.

Alguém me abraça!

Tô aqui, depois de um dia infernal no jornal, fazendo as pazes com o notebook ("laptop" é antiguinho, né?) e com o MP3 que eu pensei que tinha falecido (longa história), editando musiquinhas e tal, fui no banheiro. Enquanto fazia um xixi básico, sentadinha no trono, como fazem as meninas, percebi que tinha um mosquitinho (daqueles tipo cupim), se debatendo no chão do box, com as asas molhadas, tentando se virar pra alçar voo, desesperado.

Cara, foi me dando uma dor, de tanta pena do ser que tenta se refazer, solidária, mesmo, que salvei o bicho com um chumaço de papel higiênico, depois do xixi, naturalmente (papel novo, tá?), e botei o fofo no parapeito da janela pra ele tentar voar de novo. Cheguei a pensar em secar as asas do pateta com o papel, mas achei que iria acabar arrancando as armas do pequeno Ícaro, destrambelhada que sou.

Na boa, acho que preciso de ajuda profissional.

sábado, 20 de novembro de 2010

Alegria, alegria!

Dia de Zumbi, o povo do babado tá fazendo roda de capoeira aos berros aqui na escola nos fundos do meu prédio. Eu, com a cabeça bombando de gripe. Por que, meu Deus, por quê?

domingo, 14 de novembro de 2010

Domingão de chuva no Rio, êêêêêê

Grrrrrrrrrrrrr.

Se fizer sol amanhã, enfio a mão na fuça do primeiro que me tirar do sério, o que, como sabemos, não é difícil.

sábado, 13 de novembro de 2010

Aí, liguei, depois do ocorrido, pro moço da pousada, cuja reserva, finalmente, confirmei hoje de manhãzinha, pagando metade da temporada de quatro dias - um dinheiro nada desprezível, aliás, via transferência bancária. Contei minha história triste. O fofo me ofereceu uma "carta de crédito" de dois meses. Falei, com pesar, que não sabia se conseguiria outra folga desse tamanho em dois meses. Ele, generoso, me ofereceu o tal do crédito por seis meses.

Ah, também fiquei umas duas horas (é sério) tentando cancelar a compra da passagem, que já tinha feito, por telefone, via cartão de crédito, com a 1001.

Que inferno, meu Deus.
Difícil vai ser aturar todos os seres do jornal que sacaneei durante a semana inteira, falando que eu iria estar de folga por quase uma semana.

Ridículo é lembrar do meu texto em cada lojícula que frequentei hoje: "ai, uma semana de folga, eu mereço, não quero nem saber se vai estar chovendo". De todas elas, saí ouvindo das fofas todas, comissão em dia graças a minha pessoa, votos de "boa sorte", "divirta-se", "ai, é muito bom, né?", "Búzios é sempre bom, mesmo com chuva".
Ah, também tinha a canga "indiana" nova, que comprei hoje numa cameloa do Largo.

Como já me disse uma companheira de infortúnio hoje: "Pô, vai trabalhar de canga". Eu emendei: "De canga "indiana" e com o sapato verde limão, claro."

Alguém aí me rogou alguma praga por eu ter ficado tanto tempo longe daqui?

Lembram do Projeto Búzios? Pois é. Mór-reu de vez. Faleceu. Foi pro sal. Foi pro pré-sal. Foi pro car...

Enfim, foi assim:

Tava eu aqui, toda, toda, separando roupinhas legais, já dobradinhas na cama; mala toda espanada da poeira que jazia na pobre, aberta na cama pronta pra ser arrumada; meu sapato verde limão suuuuuuperfahion que comprei hoje, mais uns outros que comprei num surto Imelda Marcos (aquela primeira-dama filipina que tinha três mil pares de sapatos); coisinhas de higiene pessoal tipo shampoo e condicionador, colônia do Boticário, escova de dente nova (lilás, eu juro), uma compra de farmácia inteeeeira, tinta pro cabelo incluída; dois livros que separei pra levar; MP3 pronto pra gravar uns CDs que ia separar ainda; a alma em festa, apesar de também ter que incluir na mala uns casacos e o guarda-chuva (ainda tem hífen essa coisa? nunca sei), já que São Pedro não parecia estar afim de dourar esse meu corpo suado e moreno a caminho do mar.

Toca o celular. Megaimprevisto no trabalho. Dos bons. Resultado? Búzios ficou pruma outra vez. A semana de folga também.

Alguém me abraça.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Projeto Búzios de vento em popa

Pousadinha reservada, mas não paga. Graças a Deus. Aos 46 do segundo, consultei outra, como a primeira, indicada por duas amigas, que me parece bem mais legal. Falei agora à noite com um cara de lá, que me deu as primeiras informações, e vou ligar pra moça amanhã de manhã pra saber se dá pra negociar um preço próximo da outra, mais em conta, orientação do fofo. Nessa nova, tem ofurô, sala de yoga, sauna e é mais perto da praia. Alguém me abraça!

P.S.: Uma das amigas que me indicaram as pousadas e o marido me deram carona hoje do jornal pra casa e fomos, claro, falando do Projeto Búzios - eles acabaram de voltar de lá, com as crianças, já que ela é outra miserável que trabalhou igual a uma louca nas últimas semanas e tá ao contrário ainda. Lá pelas tantas, falei que ia sozinha. Ato contínuo, ela me lançou um olhar de pena que quase me deprimiu. Quase. Emendei meu discurso: "Cara, não quero interagir com ninguém, não quero ninguém me perguntando o que eu faço da vida, não quero ninguém me dizendo "pô, que legal, você é editora de Política, deve ter sido suuuuperlegal ter visto esse período de eleições, pedreira...", que é o que eu tenho ouvido nas últimas semanas de todos, to-dos, os seres humanos pra quem eu contei minha profissão". Pronto, desabafei. Gradicida.

P.S.1: A ideia de mudar de blog está cada vez mais incontrolável. Acho, sinceramente, que, lá de Búzios, laptop por perto, relaxada, hei de ter alguma ideia brilhante. Manterei todos informados, claro, juro. Portanto, preparem-se pra algum surto criativo, que há de pintar, euzona, de cara pro marzão nosso de meu Deus. Ui. Se estiver fazendo sol, vai ser lindo. Se chover, o que é mais provável, lindo também, ofurô e yoga ni mim. Eu quero é foooooooooolga!!!!!!!!!!!!!

Fui.

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Pousada em Búzios já reservada. Yes!

Como diria minha mãezinha querida: "Não quero nem que Deus me ajude". (*)

(*) É heresia, eu sei. Mas, agora, que já falei, também já comecei a rezar. Cumpra-se.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Projeto praia tá quase falecendo

Acabo de parar pra ver o corpitcho no espelho. Não vou nem tentar experimentar o maiô porque tenho a certeza absoluta de que vou deprimir. Dieta já! (*)

(*) Alguém aí já anotou quantas vezes eu já disse isso aqui nesse blog? Patético.

sábado, 6 de novembro de 2010

Intão, tava aqui pensando

Tava, mesmo, afim de mudar de blog. Como diz Bernnie Boy, meu afilhado querido da dindinha, isso aqui tá meio passado, né?

Alguma ideia brilhante, que não tenha, pelamordedeus, nada a ver com democracia? Tô bem legal de democracia.

Aliás, por falar em sugestão, na outra semana vou ter seis dias inteirinhos de folga. Tô tão desacostumada com folga, que nem sei o que fazer. Tava afim de ir pruma praia qualquer e ficar à toa os seis dias inteiros, sem ter que me deslocar por mais de 30 metros pra ter ao meu alcance a cama, o mar e alguma canto pra me alimentar. Alguém conhece um lugar assim?

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

ALGUÉM AÍ DISPOSTO A ME PERDOAR???????

Fui atropelada pela festa da democracia e só hoje, só hoje, eu juro, tive tempo de parar algum tempo aqui no meu cafofo pra ver a quantas anda meu pulerinho virtual.

Um milhão e meio de coisas pra contar - incluindo o desejo de mudar de blog pra contar história. Mas claro que só retornarei à ativa se alguém aí estiver disposto a me perdoar. Perdoa, vaaaaaaaaaaaaaaaaaai!

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz

segunda-feira, 26 de julho de 2010

domingo, 25 de julho de 2010

Ih, virei funcionária. Oba!

Com direito a plano de saúde e ticket eletrônico pra almoço, o que, de cara, já vai me economizar uma grana todo mês. Fora o contrachecão bacana com renda fixa no fim do mês, sem depender da maré do mercado de comunicação.

Tô bem felizinha.

Como diz um colega de jornal, me sacaneando, lembrando meus tempos de free lancer, com discurso ensaiado em prol da liberdade do ser: "Tu se vendeu ao vil metal".

Assim, sabe que nem tive forças pra rebater.

Lembram do pen drive queimado?

Alarme falso. O que queimou foi a parada onde a gente enfia o pen drive no laptop. Ê, ê, ê, ê... Aliás, me fudi paca. Preciso descobrir se vale a pena gastar um dinheiro pra consertar essa coisa ou chutar o balde e comprar um laptop novo, coisa que eu já tava querendo, a propósito.

Alguém tem alguma ideia brilhante?

domingo, 18 de julho de 2010

Bom dia, meu povo!

Todo mundo aí na preguiça ainda, né?

Voando pro jornal. Inté.

sábado, 17 de julho de 2010

Assim, será que, se eu contar essa história triste pro moço do táxi, ele me dá uma carona até o jornal?

Que ódio, meu Deus. Muito ódio no coração agora.

No rádio, Titãs mandam "Quando não houver saída... quando não houver esperança... quando não restar nem ilusão... ainda há de ver esperança...". Porrada neles.

Fui.

Lembram que falei que tava feliz?

Esqueçam.

Errata:

Sabe quando você quer tirar o pen drive do computador, e a máquina diz que não pode? Pois é. Sempre ignorei a ameaça patética: fico puta quando este arremedo de computador moderno fica achando que manda em mim.

Tendo dito isso, passo a expor o que acaba de me ocorrer, desgraçadamente. Acabo de perceber que queimei um pen drive, de 16 GB, que tinha quase metade da capacidade ocupada, incluindo textos e fotos de trabalho e um babado de segurança que me permitia acessar a conta da minha empresa. É, aliás, nessa conta, que ainda me resta algum dinheiro neste mês de transição. Era, aliás, essa verba que pretendia transferir pra minha conta pessoal agora pra tocar a vida até o primeiro salário - gerentes de bancos, como sabemos, não trabalham aos sábados.

Gostaria muito, mas muito, mesmo, de encontrar uma, só uma, palavra que expressasse o que estou sentindo neste exato momento.

Na falta de uma melhor, me perdoem o coloquial: CA-RA-LHO!